Certa vez ouvi a seguinte frase: “As pessoas irão falar de você, sempre, portanto não perca tempo sendo quem não é!” Me coloquei a pensar no quanto isso representa uma verdade.

Quantos de nós iniciaram algo e foram criticados? Quantos ingressaram em algum projeto, de vida (uma nova religião, um novo relacionamento, por exemplo) e até profissional, e foram questionados sobre aquilo?!

Muitas vezes os que estão mais próximos são os primeiros a não acreditar/confiar na gente. E alguns desses projetos ficam pelo caminho (inacabados), porque acreditamos mais no que ouvimos, externamente, do que estava lá dentro gritando no nosso interior.

O medo; a busca da aceitação; a falta de confiança em si, do auto-reconhecimento, te faz crer que eles estão certos, e que fazem isso por “querer o nosso bem”. É, pode até ter uma boa intenção por trás de palavras rudes, mas acredite em que você é, e reconheça o seu valor. Quando uma pessoa está segura de si, ela se expõe, coloca suas opiniões em prática e age com maturidade. A opinião do outro se torna apenas mais uma e ela é quem decide o que vai fazer com aquela informação.

Portanto, não percamos tempo tentando agradar ninguém; tentando a aprovação dos outros. Acredite, acima de tudo, no seu potencial e no que Deus reservou pra você. Não seja apenas mais um, deixando que os outros conduzam a sua vida. Siga o seu propósito!

As lições, que obtivemos em nossa trajetória, nos conduzirão de forma natural para os projetos futuros.

A vida é de quem se arrisca e paga pra ver. Que tal se ouvir mais?!

Se permita!

Eu escrevo aquilo que sinto, nada mais! É uma sensação gostosa, um misto de idéias, um prazer inexorável de um pensar latente.

Não há um motivo ao certo, não preciso estar triste e nem alegre – se bem que as emoções influenciam – somente estar disponível, e atenta, para quando as palavras surgirem a minha mente.

É como se eu fosse um portal, uma passagem transcendental em que o pensamento, consciente e inconsciente, se conversa com o meu ser.

Não sei explicar, apenas flui quando vem. E quando ele chega, é uma sensação gostosa, libertadora e de um olhar longíquo.

Preciso, apenas, estar atenta e não perder a oportunidade. Sei, que assim como eu, você também se percebe assim. E que tal estar disponível para quando isto chegar à você?! Apenas, se permita!

Escrever, fala além das palavras. É um sentimento impresso, que não há quem o descreva. Ele, por si, diz muito!

Liberta a sua mente e sinta o prazer que há dentro de si. Eu recomendo!

Quando se muda. Tudo muda.

E, de repente, tudo mudou. O que era pressa, virou calmaria. As relações tomaram um novo curso e, sim, foi preciso se reinventar.

Há quem já vivia nessa frequência, que conseguiu tirar ainda mais proveito, porém alguns tiveram que desacelerar e rever novos conceitos.

A ultra convivência em casa ganhou espaço e as relações tiveram impactos também. A verdade mesmo é que ninguém estava esperando tanto. Ninguém sabia até onde isso chegaria e se pensou que logo passaria.

Os planos precisaram ser adiados – alguns, apenas – e reprogramados. Uns tiveram conquistas e outros sofreram mais, porém nada além do tempo pra dizer se estivemos no caminho certo.

É chegada a hora de olhar pra dentro; de rever prioridades; de se reorganizar e pensar num futuro além do que os nossos olhos alcançavam.

É, sim, o momento de mudança e de se questionar: o que eu estou fazendo vai me levar, realmente, aonde pretendo?! Minhas atitudes, comportamentos e ações estão conversando com o universo?!

Eu sigo refletindo e olhando com um olhar mais firme e esperançoso. Minha família tem saúde e as pessoas que quero bem, também! Não há nada que me deixe mais feliz no momento. E sigo orando, pra que todas as outras pessoas estejam em paz e com saúde.

O mundo, sem dúvida, está mudando, e não quero ser apenas um coadjuvante nessa nova história. Meu momento de protagonizar, é agora!

E eu só tenho certeza de uma coisa: vai passar! Quando?! Ainda não sei, mas até lá a gente vai se reiventando, se ressignificando e se fortalecendo pra viver dias ainda melhores.

Acredite!
Estamos todos juntos!

Cura

A quem critique, que palpite, que vêem como veem.
Ah, empatia! E pra quem não tem?
Resta a resiliência.
Ser forte, olhar pra si, pra sua história.
Tem, sim, a fé – pra quem crê!
A vida é tão louca, tão agitada, tão coletivo, porém é individual (muito).
Paciência, pra suportar.
Tempo, pra curar.
Alma, pra eternizar.
A vida, é rara.
Somos únicos, somos deuses.

Anjos

Eu precisava lhes escrever…

Vocês, que só me ouvem ou talvez me vêem.
Que sabem do que sinto, apesar de não terem me sentido.
Não tivemos a oportunidade, nosso tempo foi extremamente curto, porém foi exclusivamente nosso.
Ninguém, absolutamente ninguém, sabe do que senti/sinto, mas vocês sim!
Não sei como e nem porquê, mas teve que ser assim. Um dia, quem sabe, compreenderei e terei a chance que até o momento não tive.
Me ensinaram, sem saber. Me deixaram, pra eu crescer.

São anjos, são meus.

Tem melhor?!

Ele é começo, meio e fim. Afaga, conforta, excita, deseixa. Não tem padrão. Pode ser lúcido, ou não. Quente ou frio. Seco ou molhado. Curto ou duradouro. De frente, de lado, no meio, em cima ou embaixo. Presente ou virtual. Apaixonado ou não. Representa, sim, sentimento, qualquer um que o quiser. Íntimo, pessoal, expansivo, coletivo. Ah, ele sempre se encaixa! Ele é gostoso demais! Quantos, como e porquê, ele tá lá! E hoje, é o dia dele!

E Agora? Pra onde devo ir?!

Certamente você já deve ter se questionado: Estou no caminho certo?! Mas, como sabê-lo?

Questionamento como esse nos leva a uma esfera muito maior de conscientização, nos faz pensar sobre a nossa performance e/ou se há uma alternativa para se alcançar algo de forma mais “fácil”.

Independente do âmbito em que se possa imaginar, a dúvida é o principal ingrediente para a mudança ou até mesmo a transformação. Quando nos questionamos, damos a oportunidade de nos avaliarmos e sairmos da tal zona de conforto (local seguro e tranquilo, onde nada de diferente acontece); é a hora de repensar os atos, ajustar os pontos, direcionar as velas e buscar as melhores soluções.

Acredito que, independente da decisão, é necessário se questionar: Tá valendo a pena? O que eu posso fazer para tornar isso ainda melhor?

Se colocar como protagonista da sua história e fazer o seu melhor dentro das suas possibilidades, te leva a um local não antes descoberto e cheio de possibilidades. Não custa nada, nada mesmo, tentar mais uma vez, até que se obtenha um resultado diferente daquele já alcançado, porém as ferramentas precisam ser ajustadas também. Fazer as mesmas coisas, não vai te conduzir ao novo.

Antes de mudar o caminho, verifique o que de valioso você tem, onde está e o que pode melhorar. Tentar, é uma boa alternativa, porém se não der certo, aí sim, mude a rota.

Um tal lugar.

Ah, tem um lugar que é só meu e é pra lá que eu vou quando tá frio. Ninguém tem acesso, pois só tem espaço pra um e, por felicidade, eu me encaixo direitinho. Lá dentro tem um eco gostoso, lá tudo se multiplica, triplica… Não tem regra alguma, jamais, lá eu posso ser/fazer o que eu quiser. Eu escrevo, grito, falo, rio e choro e o mais legal, só eu quem posso ouvir. Bacana, né?! Certeza que você tem um também! Experimenta, vai!

O outro não precisa ser ruim para eu ser bom.

Gente, eu costumo utilizar muito o título acima quando analiso alguma situação. Já pararam pra pensar o quanto nos julgamos? Pra você pode parecer pouco, para outros há uma cobrança massiva de si mesmo.

Na verdade nos encontramos em uma sociedade que nos cobra constantemente ações: ser educado, bom filho, ter boas notas, ser boa mãe/pai e etc. Vivemos, de algum modo, provando para nós mesmos o quanto podemos ser mais e até onde conseguimos chegar com isso.

Passamos a nos avaliar, a avaliar o outro, não com inveja – muitas vezes, mas observando em que momento eu me encontro. No âmbito profissional, passamos a ter alguém a quem admiramos, que gostaríamos de nos espelhar, um modelo, mas cada um tem uma história de vida diferente e, às vezes, o que te parece rápido pra um, pra você pode levar alguns anos (e tá tudo certo, acredite!).

Julgamos, comparamos e fazemos isso de uma maneira tão natural, que não nos damos conta do quanto isso pode nos prejudicar. É sabido que o nosso cérebro leva menos de 3 segundos para emitir um julgamento de algo ou alguém e a maneira como isso será expresso, ou não, dependerá da cultura, educação e polimento.

Portanto, a régua não é igual para todos. Se eu sou bom em algo, o outro pode ainda estar aprendendo, ou possui alguma outra habilidade em que ele se perceba melhor.

Sejamos leve e dê ao tempo, o tempo para cada coisa acontecer.

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